Estabilidade
Quando era criança achava que ser adulto era atingir a estabilidade. Achava que ao me tornar adulto teria a vida financeira resolvida. Tinha uma visão meio tosca sobre o que era isso. Imaginava que ser adulto era comprar uma casa e não ter mais gastos. Como pode, né? Ao ter uma casa, uma família, seja lá o que fosse, os gastos seriam quase nulos. Afinal, trabalhou-se a vida toda para isso, não? Não sabia da existência de taxas de condominio e taxas do governo. Não entendia o porque de pagar conta de água e luz. Não fazia sentido. Você tinha uma casa, por que deveria pagar mais para que ela funcionasse?
Relacionamentos por quilômetro
Teve essa garota que namorei certa vez. Todas as vezes que voltava da casa dela me perdia. Sempre me perdia! Sim, pode chamar de tosco, de bração, sou meio perdido mesmo. Era impressionante, até o GPS dava erro na volta da casa dela para a minha. Sempre caia na rua errada, sempre pegava o caminho mais longo. Sempre tinha que fazer dois ou três retornos. Até havia perguntado para a garota se ela conhecia algum caminho melhor. Ela havia indicado o caminho do GPS. Então segui assim, feliz, fazendo o caminho do GPS.
New girl – A série da Zooey
Ontem assisti 4 epsódios da série daquela que considero a mulher da minha vida, apesar do oposto não ser recíproco, Zooey Deschanel. Assim que a série começa, você olha pra ela e pensa: ai... ai... assim você me mata! (dá pra fazer uma música com isso, não?). Mas daí a série vai avançando e você vê que não tem lá um roteiro. A história é, Zooey é Jess na série, uma garota completamente abobalhada que toma um pé na bunda de um cara, desses que faz ioga e anda de bicicleta etc etc. Ela, sem ter pra onde ir, acha 3 caras, também abobalhados, na Internet e vai morar com eles.
Esse louco e moderno mundo
Ultimamente venho pensando muito sobre sentimentos. Não sentimentos romanticos, não, longe disso. Sentimentos no geral. O que cada um sente? Por que sentimos? Sentimentos parecem ser frutos culturais para mim. Mas ao mesmo tempo universais, não?
Sonhos bizarros
É muito difícil lembrar de um sonho, mas lá vai.
Acabei de sonhar que estava em um Shopping, estava sentado naquelas cadeiras, que ficam no meio do nada no shopping. Daí tinha um adolescente em uma das cadeiras e o pai (uma criatura górda e grande). E o moleque ficava chutando minha cadeira. Então eu peguei e puxei a cadeira. Nesse momento o pai dele bota o dedo na minha cara e ameaça me bater, mas não bateu.
Hey, Bahia – parte 3
O que fiz nos outros dias na Bahia? A coisa que mais gostei foi o JAM no MAM. É um Jazz que rola nos sábados a noite, no Museu de Arte Moderna de Salvador. É bom demais aquilo, músicos incríveis que misturam Jazz americano com música nacional, genial!
Hey, Bahia – parte 2
Em um dos dias, na Bahia, minha amiga e eu, tentamos nos aproximar para ver como eram os tais blocos de carnaval, esses que as pessoas comentam. A gente conseguiu avançar bravamente uns 500 metros. E logo já deu aquele pânico de muvuca e gente feliz pulando de um lado pro. Daí vimos um moleque arrancando o “colar” de um cara e correndo. E aquele monte de gente, presos em uma cordinha, indo pra lá e pra cá. Eu devia estar fazendo a pior careta possível assistindo àquela selvageria. Aguentamos poucos minutos e logo recuamos. Acho que fomos tomar uns “bons drink” noutro lugar, mais vazio.








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